Sabe, poucas coisas me revoltam mais que pessoas desonestas intelectualmente. Há questão de quinze dias coloquei aqui no blog a entrevista que fiz com D. Fellay por ocasião da vinda dele a São Paulo. Essa entrevista repercutiu e o VS Blog a postou lá também.
Aí, nos comentários lá aparece um rapaz questionando quem tinha feito, se era verídico etc e eu deixei claro que quem fez foi eu e que quem consentiu foi o próprio D. Fellay. Oras, eu não ia fazer algo à revelia dele, é óbvio. Mas alguns crêem que foi invenção, má-fé ou sei lá o quê.
Chegou até ao owner do Secretum Meum Mihi advogar declarações desse naipe sem falar comigo, que sou a autora.
Se não me viram na FSSPX no domingo que ele esteve aqui entrevistando-o, Deo gratias. Não tenho que ser notada, mas que ser eficiente. A mim basta que ele tenha visto e consentido. Outros?? Que outros importam aí se o superior geral da FSSPX falou comigo em pessoa?
Vieram emails em PVT falando que eu não falei com D. Fellay coisa nenhuma, que era mentira, blablabla. É? Então, qum falou, tome. Aqui vai o áudio da entrevista com D. Fellay.
Ouça a entrevista com D.Fellay-wav
Aos que duvidavam, está aí. Como se diz no popular, comigo é assim: mato a cobra e mostro o pau. Eu não tinha pensado em por o áudio, por motivos mais que óbvios, mas a atitude sectária de uns me obriga a ser dura e clara. E seguinte: gostou ou não, o pau é comigo e não com conhecidos meus, ok?
Eu destesto ter que falar nesse tom, mas algumas pessoas que apareceram ultimamente por aqui me obrigam a ser assim. Se tanto queriam assim, não reclamem agora. E não ficarei muda não. Canalhas são tratados por mim dessa forma. Não serei doce com gente desse naipe. Que, pra mim, tais pessoas nada têm de católicos, mas sim de canalhas e mesquinhos.

Dizia Santo Agostinho que “a preocupação com os funerais, a condição da sepultura, a pompa das exéquias são mais consolo para os vivos do que subsídio para os mortos”. Não devemos desprezá-las nem rejeitá-las, especialmente quando provêm de corações retos e gratos, porque os corpos foram os órgãos e os instrumentos de que usou o espírito para fazer o bem. A Igreja conserva a preciosa tradição do respeito para com os mortos, inumando-os, para aguardar a gloriosa ressurreição do último dia.
Essa celebração teve origem em Antioquia no Oriente no século IV, e foi introduzida no Ocidente em Roma no século VI.





