Carta aberta ao Pe. Fábio de Melo

Reverendíssimo Pe. Fábio de Melo,

Em primeiro lugar, conceda-me a sua bênção!

Escrevo-lhe para fazer algumas observações e questionamentos a respeito das suas colocações durante uma entrevista recentemente concedida ao Programa do Jô.

Caso não saiba, algumas das suas declarações geraram grande indignação entre os católicos. Sobretudo nos blogs e sites católicos multiplicaram-se as críticas e manifestações de repúdio a algumas de suas posições expressas na citada entrevista. Sem dúvida, houve diversas respostas adequadas e enriquecedoras; contudo, parece que essas felizes colocações soçobraram ante uma avalanche de afirmações imprecisas, imprudentes e, em alguns casos, incorretas.

Uma das suas primeiras assertivas, que a mim causou muito espanto e preocupação, foi a de que “precisamos nos despir dessa arrogância de que nós somos proprietários da verdade suprema”. De fato, “donos” da verdade nós não somos. Mas nós a conhecemos! A Verdade é Cristo, e não há outra. Afirmações da natureza desta que o senhor proferiu induzem as pessoas a crer que a verdade é relativa ou até mesmo que não existe. Quando, na realidade, nem uma coisa nem outra procedem. Foi à Igreja que Cristo confiou a missão de ensinar e zelar pela Verdade. Quando, muitas vezes, pessoas imbuídas de um espírito de falso-ecumenismo admitem que todo aquele que prega diferente da Igreja, está ‘certo dentro da sua realidade’, está-se falseando a autêntica Doutrina, segundo  a qual a verdade é objetiva, acessível, única, eterna (vide Tomás de Aquino, in De Veritatis). Outrossim, ao falar em uma “verdade suprema”, subentende-se que há uma ou mais verdades inferiores, submissas. O que não é também correto. Se existe uma, e somente uma, verdade, não há porque falar em verdade “suprema”. Fazendo uso de uma associação lógica, se – como diz o adágio latino – ubbi Ecclesia, ibbi Christus (onde está a Igreja, aí está Cristo); e se Cristo é a Verdade (Jo 14,6); então a Verdade está na Igreja. Por acaso é arrogante, feio ou pecaminoso apontar aos homens aquilo que eles às apalpadelas procuram há séculos? Se os homens estão sedentos de Verdade não podemos nós saciar-lhes mostrando onde ela se encontra?

E como explicar que, ao falar da condição adâmica do homem, o senhor tenha adotado a interpretação modernista segundo a qual a historicidade das escrituras fica reduzida ao nível das histórias da carochinha?! Dizer que Adão é uma imagem simbólica, metafórica, “fabulesca”, não faz parte da Doutrina Católica! O fato de a linguagem empregada no livro de Gênesis ser recheada de simbolismo não elimina o fato de que os acontecimentos nele narrados tenham se dado no tempo e no espaço tal como foram escritos. A interpretação literal complementa e enriquece a hermenêutica que se pode fazer a partir dos símbolos. Não é assim que ensina a Igreja?

Depois o senhor falou que durante muito tempo “nós (subentenda-se: Igreja) fomos omissos”. Parece-me que essa omissão se referia às questões ecológicas. Pelo amor de Deus, padre! A missão da Igreja é salvar a Amazônia ou salvar as almas? Que conversa é essa de “cristificação do universo”? Por que dar atenção a isso quando tantas almas se perdem na imoralidade, na heresia, na inércia espiritual?

Em seguida, veio aquela colocação, esdrúxula e totalmente non sense, de que a Igreja – que se considerava barca de Pedro – após o Concílio Vaticano II passou a se enxergar como Povo de Deus. Devo informar-lhe que a Igreja permanece sendo barca de Pedro, e o povo de Deus é – por assim dizer – a tripulação desta barca. Onde é que houve mudança na compreensão da eclesiologia?

Entre as críticas feitas pelos blogueiros, salientava-se a sua posição – no mínimo, omissa – quando o apresentador Jô Soares comentou que achava um absurdo que a Igreja considerasse que o matrimônio servia apenas à procriação. Pergunto: por que o senhor não afirmou, como ensina a Igreja, que o matrimônio tem duas finalidades: a unitiva e a procriativa? Por que não disse que, sim, o amor dos esposos importa e ele é – ou, pelo menos, deve ser – expresso pela unidade (de pensamento e de vontade) que os cônjuges demonstram em todas e cada uma de suas ações? Era tão simples desfazer a argumentação errônea do entrevistador e, ao mesmo tempo, aproveitar para instruir as pessoas segundo a Sã Doutrina! Pior que não ter ensinado no momento oportuno, foi o senhor afirmar que “o nosso discurso já mudou”! Diga-me, Pe. Fábio, acaso a doutrina imutável da Igreja perdeu a sua imutabilidade? O senhor crê, convictamente, que a Igreja está, dia após dia, se amoldando à mentalidade atual? Não seria missão da Esposa de Cristo formar na sociedade uma mentalidade cristã, isto é, fomentar um novo modo de pensar e de viver que esteja impregnado do perfume de Cristo? Ou é o contrário: o mundo é que deve catequizar a Igreja?

Em outro momento da entrevista o senhor afirmou que não “conseguia” celebrar a missa todos os dias? Não lhe parece estranho, e prejudicial, que a sua “agenda” não permita que o senhor celebre todos os dias a Eucaristia? Qual deve ser o centro da vida do sacerdote: o altar ou o palco? E quanto ao breviário? A sua “agenda” permite que o senhor o reze diariamente (considerando que não fazê-lo é pecado grave para o sacerdote)?

Depois veio a pergunta: “o senhor teve experiências sexuais antes de ser padre?” Creio um homem que consagrou (frise-se o termo: consagrou) sua sexualidade a Deus não deveria expor sua intimidade diante do público. Mas, já que a pergunta indecorosa foi feita, a resposta que esperei foi algo no sentido de fazer o interlocutor entender que aquela questão era de ordem privada; que não convinha ser tratada em público. Em resumo: algo como “não é da sua conta!”. Porém, que fez o senhor? Respondeu que teve, sim, experiências sexuais precedentes, mas “às escondidas”! Caro Pe. Fábio, o senhor acha que convém dar uma resposta deste tipo? Isso não induziria as pessoas a pensar que não existem padres castos (considerando que muitos confundem castidade com virgindade)? Isso não estimularia as pessoas a crer na falácia segundo a qual todo jovem já teve, tem ou deve ter experiências sexuais que precedam a sua decisão vocacional?

O senhor comentou, ainda, que “para a gente ser padre, a gente tem que ter amado na vida. É impossível (grifos meus) fazer uma opção pelo celibato, pela vida consagrada, se eu não tiver tido uma experiência de amar alguém de verdade”. O senhor acha, realmente, que o homem que nunca amou uma mulher não sabe amar? Baseado em que o senhor diz isso? Que dizer então do meu pároco que, tendo ido para o seminário aos 11 anos, nunca namorou? Ele é menos feliz por causa disso? Menos decidido pelo sacerdócio? Não creio que isso proceda.

O que se viu nessa malfadada entrevista à rede globo foi a apresentação de um comunicador, um cantor, um filósofo, um homem qualquer. Pudemos enxergar Fábio de Melo. E só. O padre passou desapercebidamente. De comunicadores, cantores e filósofos, já basta: nós os temos em número suficiente! Precisamos de padres! Padres que são, sim, homens por natureza; mas que tiveram sua dignidade elevada pelo caráter impresso no sacramento da Ordem. Homens que não são “como quaisquer outros” porque receberam a graça e a missão de agir in persona Christi. Temos carência de ver padres que ajam, falem e - até mesmo - se vistam, em conformidade com a sua dignidade sacerdotal.

Creio que muitos destes desdobramentos que eu estou expondo não foram sequer imaginados pelo senhor no momento em que concedeu a entrevista, e enquanto respondia às perguntas. Contudo, o ônus de quem se expõe à opinião pública é, exatamente, suportar os possíveis mal-entendidos que se geram quando as palavras são compreendidas de modo diverso da intenção e da mentalidade de quem as proferiu.  Espero que tudo que eu falei aqui tenha sido realmente um grande mal-entendido… Sempre cabe, contudo, esclarecer os desentendimentos mais graves que possam prejudicar não só a sua imagem, mas a da Igreja como um todo. Um ensino errado pode levar uma alma à perdição.

Perdoe-me, sinceramente, a franqueza e, talvez, a dureza em alguns momentos. Mas eu precisava lhe expor as minhas dúvidas, impressões e inquietudes com relação a essa entrevista. Se o senhor se dignar me responder esta carta, ainda que de modo breve, sucinto, ficaria imensamente grato. Despeço-me rogando mais uma vez a sua bênção e garantindo-lhe as minhas orações em favor de seu sacerdócio e de sua alma.

Gustavo Souza,

Indigno filho da Santa Igreja Católica

Obs.: Esta carta foi encaminhada ao e-mail que consta como contato do reverendíssimo Pe. Fábio de Melo no seu site. Estou no aguardo da resposta…

Fonte: “Erguei-vos, Senhor!”

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Diga-se que tenho que fazer cada palavra e cada vírgula que está no texto acima com muito pesar.


21 Respostas para “Carta aberta ao Pe. Fábio de Melo”

  1. Maria Izabel de Paiva Diz:

    Parabéns por esta carta. Penso que o senhor colocou pra fora o que está no coração de muitos católicos, dos quais eu sou uma. E bem à linguagem do Pe. Fábio… e foi só sobre uma entrevista.
    Penso, também, que o senhor desagradou a muitos. Mas não podemos ser omissos.

  2. Nilcéia Diz:

    Gustavo, parabéns pela iniciativa e pela carta tão bem escrita! Eu não posso negar que quando conheci o Padre Fabio no programa Direção Espiritual na Canção Nova, aprendi muito e juntamente com a Escola da Fé do Prof Felipe e a Catequese de Bento XVI também transmitida pela CN fui percebendo a maravilhosa doutrina católica e como e porque é a verdadeiro caminho de santificação. Mas realmente as atitudese recentes do Padre Fabio têm me preocupado muito. O próprio site dele não tem Padre no nome… ele é muito inteligente, talentoso mas definitivamente não se parece com um sacerdote. Está mais para um teólogo leigo com amor a Cristo do que para um religioso.
    As palavras dele no meio secular começam a dificultar nossas argumentações com amigos e familiares que não são católicos pois o que eles vêem é a imagem de um homem comum falando de Jesus. Mas nossa fé exige além de discursos, uma atitude coerente com a palavra.
    Agradeço sua capacidade de expressar belamente esta preocupação. Parabéns e que Deus te Abençoe.

  3. Nilcéia Diz:

    Gustavo, andei pensando e já faz alguns dias que pretendo encaminhar uma mensagem semelhante à sua para algumas autoridades da Igreja para que eles aconselhem e orientem o Padre Fabio. Pelo que vejo dele e inclusive no programa Direção Espiritual de ontem(11jun09) Ele respondeu em público a uma pessoa que ele nao indentificou mas que o teria repreendido sobre ele ficar falando abertamente da vida particular, da sua sexualidade, enfim… Ficou claro que alguém o alertou sobre as repercussões da entrevista com o Jô Soares. Mas ele respondeu categoricamente que não via problema nenhum nisso pois ele quer mostrar suas falhas para que um dia nõa se decepcionem com ele. Bem, eu e muitos irmãos católicos vemos que ele não está em condição de responder por ele particularmente mas sim por uma instituição milenar da qual ele é sacerdote. A imagem pessoal dele não deve prevalecer ou se destacar perante a imagem de sacerdote.
    Pois bem meu amigo, eu vi que vc escreveu belamente, e pretendo também escrever algo assim ao Monsenhor Jonas, por exemplo, que está à frente da Comunidade Católica que tem como carisma a Comunicação e onde o Padre Fabio tem atuado bastante. Conheço o Monsenhor e tenho certeza que ele é muito sério e nos ensina a ser “Sim, sim, não, não” pois Deus não nos quer em cima do muro. Bem, tenho participado de outros blogs sobre o assunto e vi também o questionamento sobre qual é a orientãção do Bispo do Padre Fabio. Pois bem, não vejo isso como uma difamação mas como uma legítima ação dos católicos preocupados com a preservação da Doutrina. Creio o que o Padre Fabio não dará muita importância às nossas cartas e mensagens sobre este assunto, pois me parece que ele está muito decidido em sua postura. Mas certamente deverá ouvir seus superiores. Portanto amigo, se vc achar pertinente sugiro que encaminhe também esta carta aos superiores do Padre Fabio, até quem sabe se for preciso juntarmos um abaixo assinado às autoridades eclesiais para que seja feita uma avaliação cuidadosa das atitudes do Padre Fabio. Que Deus nos ebençoes e proteja.

  4. elizabeth sales Diz:

    Bom dia pessoal!

    Assisti ao programa e não vejo porque tanta indignação.O padre Fábio foi verdadeiro em suas colocações.Seria idel ele responder mentiras? falar que nunca teve experiências sexuais? Acho que a Igreja Católica já perdeu muito com o tradicionalismo, com as pessoas fazendo de conta e nem leem a Bíblia para ter suas verdades.Sou contra o padre não casar, qual o problema? Com relação a sua carta Gustavo repense, pare para entender que em nada ele foi uma pessoa meio termo, sempre usou suas verdades e convicções.Não sou católica praticante, mas tenho grande admiração por padres como Fábio de Melo, pois mudaram e levantaram a Igreja católica.

    • robertto monte Diz:

      adimiro muio o pe Fabio de melo pela sua sinceridade ,como posso pregar a verdade e viver na metira ? ele fez o que é certo tenho que responder com verdade mesmo que venha ferir ou machucar os outros, mas o mas importante é agradar a Deus, e os outros pense o que quizer nao faz diferença ,estou com vc Pe fabio seja sempre esse homem honesto que fala a verdade. é menhor falara verdade e ser salvo do que falara mentirar para agradar os outros e ir para o inferno. pastor rpbertto monte……..

      • Pr Roberto, seus outros dois comentários não foram aprovados pois vc mentia assinando como se fosse padre.
        Ademais, critérios protestantes para a verdade são um tanto subjetivos, não é mesmo?

  5. Nilcéia Diz:

    Elizabeth, por você não ser católica praticante não conhece nossa doutrina por isso não entende nossa posição sobre o assunto. Talvez não compreenda o significado de ser sacerdote. Veja, o problema não é tanto ele ter falado da prórpia intimidade, faladao que não foi casto na juventude inclusive já no seminário, isso a gente não é ingênuo de achar diferente, isso é uma atitude humana, mas o que não convém a um sacerdote é fazer disso algo importante para sua formação, justificando que é importante para conhecer o que é o amor, conhecer o sexo, etc., ou seja, o problema foi ele ter demonstrado que considera importante que um padre tenha tido uma vida sem castidade antes de se ordenar. Aí que complica por que isso não é verdade. Existem vários padres que entram no seminário ainda crianças ou adolescentes e nunca tiveram experiências sexuais ou nunca se deixaram levar por paixões ou amores, e que são grandes sacerdotes, grandes diretores espirituas. Monsenhor Jonas por ex. entrou ainda menininho pro seminário e recebeu uma missão grandiosa que é a Canão Nova, onde ele tem muitos “filhos” consagrados na comunidade e os ama e orienta como pai, irmão e sacerdote. e até mesmo adminstradorque foi a Canção Nova.
    Padre Fabio foi leviano em não realçar a importância da castidade e mais que isso, um sacerdote não é apenas casto mas também celibatário. A questão é que o passado dele não tem mais relevância na atual vida dele após a consagração, entende? Ele fez um voto e compreende o valor desse voto. O que qualquer católico praticante e principalmente um sacerdote precisa explicar para as pessoas são os motivos e a importância que damos à castidade e ao celibato.
    Ele tbm não celebra a missa com freqüência, é outra complicação pois um sacerdote entrega sua vida inteiramente à Deus e deve lutar pra não pecar e não se expôr ao pecado. Não nego o carisma, talento e inteligência dele, mas se ele queria ser cantor ao ponto de deixar a celebração da missa (que é sagrada pra os católicos, pois na eucaristia Jesus se apresenta em carne e sangue) poderia ser um leigo consagrado. Poxa vida, veja o Gabriel Chalita, amigo pessoal do Padre Fabio, como também contribui para a cristandade com sua atuação na literatura e política, e até foi seminarista mas resolveu ser leigo pra se dedicar à carreira.
    Ele não fere votos ao não ter tempo pras coisas de Deus de forma integral e mantém sua vida particular discretamente, e se ele por ser leigo fizesse declarações do teor das do Padre Fábio, não teriam o mesmo peso.
    Ah, e não foi a atitude de padres como ele que mudaram e lavantaram a Igreja Católica, pois a Igreja não mudou, é sempre a mesma em sua essência e doutrina e isso nunca vai mudar e levantar a Igreja é questionável, pois Bento XVI mesmo afirma que não importam o número de fiéis mas sim a qualidade desses fiéis, ou seja católicos que vivam verdadeiramente a doutrina e não apenas de nome, que foram batizados mas não vivem os sacramentos, que entram na Igreja para dizer que ela está errada, ora isso não é ser católico, pode ser qualquer outra coisa, mas para ser católico precisa comprometimento para lutar contra o pecado e não uma atitude de adaptação ao pecado, para que o que discordam da Igreja fiquem então satisfeitos.

  6. Ronaldo Leal Diz:

    Bom dia irmãos em CRISTO.
    Queridos irmãos como é fácil estar do lado de fora e ficar apontando erros em outras pessoas, como é fácil ficar na nossa comodidade e não se expor nem que seja de forma equivocada ao publico para falar de Deus. É obvio um sacerdote deve ao extremo expor e esclarecer a doutrina da Santa Igreja Católica, mas isso não quer dizer que eles não possam errar, afinal como qualquer um de nós eles são humanos, são pessoas feitas de carne e osso, e como todo ser humano eles tem o direito de errar e ser respeitado nos seus erros, mas como na nossa igreja já “existe” santos que ainda caminham sobre essa terra, é obvio que esses santos podem com certeza atirar a primeira pedra, afinal nunca erraram e nem cometerão erros similares, pois são santos estão em seus pedestais em alguma paróquia ou grupo de oração de onde jamais ousariam sair para não se expor a equívocos ou mesmo por não ter a coragem de levar o nome de Nosso Senhor a todos que ainda não conhecem. O fato do nosso PE. Fabio de Melo ter a coragem dizer que já teve experiências sexuais antes do casamento, nada mais do que um ato aplaudível, pois mostra que mesmo tendo experimentado coisas do mundo ele ainda assim preferiu o caminho do sacerdócio, o caminho da santidade, quantos jovens será que ele não conseguiu converter com essa declaração, quantos jovens que talvez já tenham passado pela experiência da sexualidade e talvez não tenham recebido ou sentido o verdadeiro amor, e com essa declaração talvez tenham a curiosidade de conhecer o AMOR DE DEUS, gostaria meu “amigo” de poder expor a você que me parece ser uma pessoa muito dotada de conhecimento um pouco mais dos equívocos que você cometeu não somente com o sacerdote, mas com a imagem da nossa igreja que cada vez mais se mostra desunida, mas como o tempo não corre a meu favor nesse momento deixo apenas esta mensagem:
    “Meu irmão de deixar a mensagem que a nossa igreja é feita de homens, mulheres, que como diz o querido PE. Fabio de Melo, somos humanos, mas no seu ponto de vista os humanos não podem errar”.
    Meu Irmão as pessoas de oração, e como eu tenho certeza que você é uma, você sabe disso, são usadas por Deus, e esse Deus às vezes coloca nas nossas bocas coisas que para o mundo parece horrores, mas que para a ação de nosso Deus é perfeitamente correta, e útil para que a graça aconteça.
    Fique na Paz meu “santo” irmão Gustavo.
    Obs: aconselho a ti que siga o caminho do sacerdócio, a nossa igreja precisa de “”SANTOS”” como você.

    • Caro Ronaldo,

      Uma coisa é o meu ou o seu erro. Não tem grandes consequencias. Outra completamente diferente, é um sacerdote, em cadeia nacional, para milhões de pessoas no Brasil (e no mundo tb, pois a Globo pega lá fora) defender erros contra a fé.

      Mais do que eu e você, um sacerdote tem que ter a exata dimensão que suas palavras e ensinos (diretos ou indiretos) podem tomar. E ele, infelizmente, não teve esse discernimento.

      Quanto a você se referir a pessoas que falam a verdade sobre o que ele fez como “santos”, denota o seu escárnio pelas coisas santas. Todos devemos procurar uma vida santa e – se preciso – advertir nossos irmãos quando erram. Isso é nosso dever!

      Agora, se você prefere um sacerdote falando o que não devia ser dito (é só ver o Catecismo da Igreja), só posso lamentar!

  7. Ronaldo Leal Diz:

    Ju,
    Nâo é uma questão de prefirir um sacerdote que fala
    o que não devia ser dito, é a simples questão de que se ele realmente falou o que nao devia, não cabe a mim julga-lo, mas sim aos seus superiores, que tenho a certeza que se for necessario o farão, o meu humilde ponto de vista é que ele assim como eu, voce eo gustavo, ele é humano e tem o direito de errar, e nesse erro creio eu que nao compete nem a mim, nem a qualquer outra pessoa que nao seja seus superiores julga-lo ou condena-lo por esta falha, se é que ela
    ocorreu.
    Esperemos e veremos se realmente ele falou qualquer coisa fora do que a nossa Santa Igreja prega com certeza os seus superiores farao o que ele responda por isso, ao inves de nós cristão ficarmos apontando erros em nossos sacerdotes ocupemos esse tempo de acusação com oração de suplica por eles tenho certeza que sera mais util, mais humano e como consequencia mais divino.

  8. Maria do Socorro Lacerda Diz:

    Boa Tarde “Filhos de Deus” (somos todos)

    Hoje, pela manhã, o querido amigo-irmão enviou-me por e-mail a carta do Gustavo Souza “Indigno filho da Santa Igreja Católica.”
    De início já fui nutrindo uma simpatia pelo autor da carta, quando ele se refere ao Pe. Fábio como “Reverendíssimo” e, ainda, invoca uma benção.
    Gostei. Demonstra de pronto à maturidade daquele que escrevia afinal, o Pe. Fábio é um Sacerdote da Igreja onde, por ela e nela o Gustavo, professa a sua fé e, se católico verdadeiro deve respeito a todo Sacerdote, se culto ou menos culto, e uma benção é algo que devíamos almejar receber a cada segundo de vida. Sou da teoria que toda hierarquia deve ser respeitada para não abrimos espaço à anarquia.
    Acredito, também, que cultura não é sabedoria. Veja os ensinamentos de Salomão: “consciente de não poder possuir a sabedoria, (e já era inteligência o saber de onde vem o dom), eu me voltei para o Senhor, e invoquei-o: … qualquer homem, mesmo perfeito, entre os homens, não será nada, se lhe faltar a sabedoria que vem de vós. … Fazei-a, pois descer de vosso santo céu, e enviai-a do trono de vossa glória, para que, junto de mim, tome parte em meus trabalhos, e para que eu saiba o que vos agrada” (Sab 8, 21; 9, 6 e 10) (sublinhei)
    Quanto à entrevista, embora não a tenha assistido, essa carta me dá o tom da mesma. O Apresentador Jô é inteligente e astuto, está ali para aumentar o ibope, não desmerecendo sua capacidade. Quanto ao entrevistado, este sim, tem que estar consciente da sua responsabilidade e preparado para toda emboscada e manobra do encardido (como é chamado satanás pelo saudoso Pe. Léo, que foi orientador espiritual do Pe Fabio)

    Sinceramente, apesar de gostar muito das palestras do Pe. Fabio, ele tem nos últimos programas demonstrado uma tendência às falácias da “Nova Era”. Permita-me aqui esclarecer um pouquinho o significado do termo “Nova Era” àqueles que desconhecem totalmente o seu significado e não se dá o trabalho de pesquisar.
    Ai vai: “Proposta de um novo modelo de consciência moral, psicológica e social além de integração e simbiose com o meio envolvente, a Natureza e até o Cosmos. O new age não se manifesta em uma visão específica, mas acredita que, com a evolução espiritual, algumas mudanças surgirão automaticamente na Terra, não por imposição, mas como consequencia natural de uma sociedade composta por pessoas espiritualmente mais evoluidas.” (Wikipédia, a enciclopédia livre.)

    Talvez, a postura do Pe. Fábio seja uma conseqüência da “liberdade” aos sacerdotes, que impera na Canção Nova. Por se tratar de uma comunidade voltada para verdadeiramente acolher o leigo e, diga-se de passagem, que trabalho magnífico. Fico imaginando o quanto Deus se agrada do Mons. Jonas por ter ouvido o chamado e, como Maria, dado o seu verdadeiro sim à Obra do Filho para assim Glorificar o Pai.

    Entretanto, todo sacerdote não importa onde esteja, (paróquia, comunidade, missão, etc., etc.,) precisa estar mais que atento às ciladas do inimigo para não cair no erro de, também, deixar os católicos totalmente à vontade. Digo isso por mim mesma sou fruto da “permissão” “católico tudo pode”. Será? Ou isso e falta de conhecimento doutrinário e, mais ainda, conhecimento das Escrituras.Nesse sentido foi o próprio Jesus que disse: “Se me amais, guardareis os meus mandamentos.”. … “Não julgueis que vim abolir a lei ou os profetas. Não vim para os abolir, mas sim para leva-los à perfeição. Pois em verdade vos digo passará o céu e a terra, antes que desapareça um jota, um traço da lei. Aquele que violar um desses mandamentos, por menor que seja, e ensinar assim aos homens, será declarado o menor no Reino dos céus. Mas aquele que os guardar e os ensinar será declarado grande no Reino dos céus.” (Mat 5, 17-19)

    Assisto todas as 5ª feiras Pe. Fábio. Aprecio muito o programa, e principalmente suas pregações. As vezes percebo uma certa diferença no modo de evangelizar entre um momento e outro. Penso que muita liberdade de expressão pode nos arrastar ao abismo. Tudo me é permitido, mas nem tudo me convém. Deus nos deixa livres, mas não nos deixa órfãos. Enviou-nos o Paráclito que sonda nossos corações e, nos santifica sim.

    É necessário e urge o tempo de vivermos a radicalidade do Evangelho. Ouço isso nas pregações do Mons. Jonas, Pe Léo, e tantos outros Padres, inclusive Pe Fábio. Quem pensar ser diferente está equivocado. Eu não o vivo, ainda, (sou leigo-humana), mas sei que este é o caminho. Quero aqui usar a sigla do programa do Dunga – PHN. Se não for assim meus irmãos quando abandonaremos o pecado? E é nessa ótica que penso: o padre tem o dever de, no mínimo tentar, viver a radicalidade do Evangelho e da sua Doutrina, pois ele, embora humano, é Sacerdote de Cristo.

    ANALISEI ALGUNS TRECHOS DA CARTA ASSIM:

    A verdade é única e absoluta, e o Filho encarnou para ensinar, vivendo na pele, a “Verdade” já transmitida pelo Pai através dos profetas. “Eu Sou aquele que Sou”

    Ao invés de “cristificação do Universo” busquemos a Divinização do Cristo. “Em verdade, em verdade vos digo: aquele que crê em mim fará também as obras que eu faço, e fará ainda maiores do que estas, porque eu voupara junto do Pai.” (Jo 14, 12)

    Quanto ao matrimônio, vejo com correição a colocação do Gustavo. Ontem no Jornal da Globo – 12:00 hs uma matéria sobre a prática entre adolescentes do exercício do beijo. A onde essa prática os leva nos dias de hoje? Os adolescentes tinham de 9 a 15 anos. Pergunto: 9 anos é adolescente? Eu estava em casa com minha filha Mariana(13) preparando a mesa pro almoço e, discretamente ela mudou o lugar de seu prato para ver a matéria. Luto a duras penas para fazê-la entender que ser criança é belo e jovem consciente é melhor ainda. Novamente pergunto: Quantos pais acompanham suas crianças durante uma informação desta? Perda da virgindade não é o mesmo que perda da castidade. Como é doloroso ver os jovens sem virgindade (não é sinônimo apenas para o sexo feminino) e sem castidade. Ser casto é, também, se abster de relações sexuais ilegítimas e imorais

    “são os que se casam, banindo Deus de seu coração e de seu pensamento, e se entregam à sua paixão como o cavalo e o burro, que não têm entendimento: sobre estes o demônio tem poder. Passada esta terceira noite, aproximar-te-ás da jovem no temor ao Senhor, mais com o desejo de ter filhos que o ímpeto da paixão. Obterás assim para os teus filhos a bênção prometida à raça de Abraão. Ora, vós sabeis, ó Senhor, que não é para satisfazer a minha paixão que recebo a minha prima como esposa, mas unicamente com o desejo de suscitar uma posteridade, pela qual o vosso nome seja eternamente bendito. (Tob 6, 17; 22 – 8, 9)Vejam Tobias na íntegra (o livro é pequeno)

    EUCARISTIA

    Se o sacerdote não celebrar a Eucaristia todos os dias quem o fará? É um “dever” do sacerdote. Será que o Pe. Fábio não está deixando se levar pela frase “sou humano demais pra compreender”.(Frase extraída da Música Humano Demais. Autor Pe. Fabio de Melo.)

    Experiências pessoais. Imagine todo casal falando de suas experiências. Isso é ser verdadeiro? A pergunta além de extremamente inconveniente é de foro íntimo, e não é uma pergunta que implica uma resposta de sim ou não, etc., etc., quantos argumentos ele teria para calar o apresentador, embora culto, desprovido de sabedoria que está ali para trazer mais ibope. Sabemos que é assim.

    Concordo com o Gustavo. De cantores, filósofos, psicólogos, modernistas, etc., etc., já basta. Cadê os mártires do presente? Cadê os Santos? Será que Cristo abriria mão deles porque estamos no século XXI? Que tal analisarmos as catástrofes? Onde está Deus nesses fatos? Acredito que Ele está no mesmo lugar quando teve que maltratar os Israelitas logo após a travessia do deserto. Triste pela desobediência de seu povo, mas Senhor absoluto de tudo e de todos. Deus quer a nossa destruição ou nós a estamos buscando através de nosso pecado? Vamos refletir com mais seriedade.

    PS.: Apreciei o codinome “Indigno Filho da Santa Igreja Católica”. Faz-me refletir: somos dignos do amor de Deus ou seu Amor nos envolve por sua Misericórdia?
    Abraço Fraterno a todos!

  9. Sandra Norita Diz:

    OLá Padre Fábio de Melo

    Primeiramente quero agradecer a você,ao seu dom que certamente vem do Divino Pai em confortai as pessoais que realmente necessitam .Hoje ouvi do meu médico que preciso gostar mais de mim e eu que já tinha a real certeza que me amava. Mas meu agradecimento maior é a TODO BRASIL, aos meus familiares e amigos próximos.Amo tanto meu país que em prova disso acredito ser “Patriota”.Não sei se fiquei muito tempo fora do país,pois estive buscando um sonho no Japão,onde este sonho me causou várias frustaçoes,seguida de depressão .Concluíndo oque eu estava tentando dizer em relação a ser uma “patriota”é
    que nossas cças estavam perdendo suas identidades e acabava quando adulto querendo ser um Americano,não um Francês ou melhor um Inglês etc…Que bobagem, pode ser esta somente a minha visão e não a todos nós.
    É que depois q saímos de casa(Brasil) é q damos valor a ela.E isso entre vários contextos,principalmente a Família que é o berço da gente. Passei por muitas frustações ainda no ventre de minha Mãe (a famosa coca )que mora na cidade de Tapira- Estado do Paraná.Então Pe. eu já carregava um trauma de infância que foi o abandono de meu pai e junto com isso veio todo um processo de choque de Cultura.Eu falo muito ,igualzinho a dona Coca e a minha carta esta me fazendo tão bem que não consigo mais parar de escrever.Mas me sinto curada,pois com você aprendi que “O erro faz parte do acerto e que culpa nos paralizam e arrependimento não ele nos bota pra frente.Se o erro é demais vire a página. Que pena não ter ouvido isto de você pois esteve tão pertinho de mim em Maringá e eu só fiquei na vontade de ir , mas não perdi as esperanças pq tenho certeza q um dia darei um abraço em vc.PORQUE SOU B RASILEIRA E NÃO DESISTO NUNCA!….

  10. Quero parabenisar pela carta gustavo, e lhe dizer que é muito triste ver a condição em que se encontra o Pe. Fábio e se formos um pouco além veremos que não é somente ele e sim a grande maioria dos sacerdotes, é muito difícil assistir a uma Santa Missa e ouvir uma Homilia frutuosa, aos poucos tudo foi ficando obscuro, há alguns anos frequento diariamente as Santas Missas na matriz de minha cidade, ela quase sempre é pelos falecidos, e em nenhuma, digo nenhuma destas Missas foi pedido aos familiares que é necessári

  11. que é nessessário rezar pelos falecidos,paremos e penssemos na agonia que estas pobres almas padecem ao ver a loucura em que vivemos hoje.

    A doutrina é tão simples, a simplicidade de Deus é tão grande, realmente não sei porque inventam tanto em nome desta “evangelização”. O padroeiro dos Padres, São Cura D’ars, foi á pé para sua ordenação, diante de uma cidade mergulhada no pecado, Ajoelhou-se diante de Jesus e pediu pela conversão daquelas almas que a ele foi confiada, e a cidade foi convertida.será que precisamos realmente de tudo isso? cantar, pular, gritar, filosofar, seduzir pelas palavras.

    Rezemos para que um dia possamos ser verdadeiros católicos Apostólico Romano.

    Que Deus nos Ajude e que Nossa Senhora tenha piedade de nós.

  12. Sebastião Gonçalves Diz:

    Prezados irmãos, Piedade e Letras!!!
    Como Cristão que professa e vive a fé dentro da Igreja Católica eu entendo as preocupações manifestadas. Como teólogo e religioso, eu sugiro que todos vocês procurem estudar um pouco mais de teologia. Aliás, teologia e sacerdócio não se desvinculam, isto deve ficar claro. Há muitas afirmações nos comentários de vocês que estão equivocadas e não fazem parte da doutrina da Igreja. Um exemplo, nehum de vocês citou o documento para a interpretação da bíblia, será que vocês o conhece? Neste documento o Pontífice e o Concílio da Igreja , no ensina que a palavra de Deus transmitida e encarnada na linguagem humana deve ser relida à luz das experiência antropológicas. Neste sentindo, a exegese se une à hermenêutica, dissipa-se a leitura literalista, fundamentalista que muito mal tem feito à comunidade cristã. Não sejamos reacionários, primeiro é preciso conhecer do que se fala, infelizmente, tenho que dizer, este conhecimento não se adquire escutando professor Felipe Aquino ( por mais que o respeite e admiro enaquanto doutor em engenharia) e lendo páginas do Catecismo da Igreja( Aliás, páginas que precisam ser compreendidas teológicamente). A primeira carta de Pedro (3, 15) diz que devemos dar razão para nossa esperança, isto significa, aprofundar na fé não só atraves da reza do terço( também muito importante)mas também aprofundando na doutrina Sagrada (TEOLOGIA). Sugiro que estudem teologia e não subestimem quem já a estudou, quero dizer, não pensem que Pe. Fábio é ingênuo e não conhece a Doutrina da Igreja, tampouco pensem que ele não a vive. Isto sim seria um grave pecado, mais do que isto, seria agir de má fé, ainda mais, seria estreiteza de espírito e de coração. Afinal de contas, não passamos nossa vida toda estudano para ouvir comentários maldosos e as vezes infundados e reacionários. Quando era criança pensava como criança: Amados vos exorto a sair da infantilidade da fé e, em Cristo, por meio do Espírito alcançarem aquela adultez que, certemente,fá-los-á mais compreensivos, menos reacionários , mais cristãos.
    Não reacendam a fogueira da inquisição, procure dialogar com este irmaão.

    Um abraço carinhoso naquELE que nos une, nosso Cristo Jesus,
    Piedade e Letras.

  13. juliana nao sei com enviei o recado a vc estava em uma pasta do padre fabio de melo tenho lido livros dele e nas palestra que tenho baichado dele ele tem falado muito no quadro em q estou vivendo no momento foi enpulço nao sei se foi pela dor q sinto mas achei q estava enviando a ele me desculpe . mas obrigado pelo
    carinho q Deus a abençoe

  14. olivia Diz:

    Vejo q muitas pessoas estão preocupadas com o fato do padre Fábio ter dito que:’Antes de se ordenar padre , experimentou sexo’.Ora! Isso é tão normal,sabiam?A doutrina da igreja católica nunca foi contra isso, é contra PADRES fazerem uso de sexo, mas Seminaristas Jamais.E isso ele deixou bem claro, foi antes.Agora pergunto:’Pra que enfatizar isso todo instante? pra que julgá-lo ;condená-lo?Gente de cabeça Dura meu Deus!Será mesmo que são leigos no assunto ou fazem de propósito pra infernizar a vida dele?Deixem esse rapaz trabalhar evangelizar,é tão bonito isso, um jovem da idade dele sair por aí, enfrentando essas feras todas da mídia pra falar do amor de Deus por nós!Chega pessoal, basta, tá na hora de abrir a mente e se atualizar…é isso que o Fábio e a igreja vem fazendo, só que ninguem aceita, nem entende.

  15. José Eduardo Marques Diz:

    Em primeiro lugar, parabéns escreves muito bem. até concordo com muita coisa da qual você chamou a atenção do Padre Fábio. mas achei um tanto apelativo seus comentários, sabemos sim que a igreja Católica tem seus fundamentos e toda sua tradição, mas não é por isso que para ser padre é necessário ser um ZUMBI e falar só em protocolos, qualquer padre é Um Humano acima de tudo e tem o direito de dizer o que quiser ou como quiser, contanto que não venha a ferir as pessoas, Jesus falava de um Reino Novo onde não importa todo conjunto de leis e regras mas de um coração contrito e pronto para amar. Penso eu que o Padre tem direito de dizer o que quiser e como quiser, contanto que ele assuma o que disser, pior seria se ele ficasse as escondidas fazendo coisas impróprias como muitos por aí e depois vem o escandá-lo…O Padre Fábio é um sábio e percebo ele como eu e você na luta pela santidade e quem somos para condena-lo ou faze-lo seguir um conjunto de regras que nem nós suportamos mais seguir….

  16. Ana Maria Diz:

    Gustavo, Vou orar por você, deve ser muito infeliz, pois só quem não é de bem com a vida pode encontrar tantos “problemas” em um pequena fala do outro. Mesmo que O Pe. Fábio tenha cometido tantos erros nesta entrevista ( o que não concordo com você) pesa muito mais as inúmeras palavras de conforto, de carinho, amor e ensinamentos cristãos que ele já levou a milhares de pessoas. Não entendo muito de teologia, como o Sebastião, mas entendo de sofrimento, de solidão e da importância do apoio e amor que recebemos quando passamos por ele. Acredito que a Doutrina de Jesus Cristo é a Doutrina do Amor, e é isto que importa para Deus. Quando ouvimos uma Pregação do Pe Fábio (seja ela falada ou cantada) não nos preocupamos com sua beleza física, com sua sexualidade ou com outras coisas que citou em sua carta, pois recebemos através dele a palavra de Deus e o Amor de Cristo.
    Para mim o Pe. Fábio de Melo é “verdadeiramente” um sacerdote. Sacerdote do Mais belo caminho do Céu, O Amor.
    Que Jesus lhe abençoe

  17. Porquê a questão sexual afeta tanto algumas pessoas? Acaso deixa o padre Fábio de ser homem por ser padre? Conheço vários padres que tiveram ou tem relações sexuais mesmo que “às escondidas” e possuem muito mais vocação sacerdotal que “alguns” chamados “santos” que destratam, pisam e, às vezes, até ignoram os problemas dos fiéis. Deixemos de ser hipócritas e passemos a amar realmente uns aos outros ao invés de julgar deliberadamente um ato natural. Deixo aqui a minha reverência à coragem e à verdade do padre Fábio. Deus o abençoe sempre!!!

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