Arquivo para Outubro, 2009

Comentários: algumas normas fazem bem…

Postado em blog em 29/10/2009 por Ju

Minha paciência tem limite. Em vários posts eu recebi comentários absurdos. Publiquei uns, outros eram impublicáveis até pelas palavras e pelo teor.

Vamos então deixar umas coisinhas claras aqui?

1- O comentário DEVE ser pertinente ao post em questão. Não publicarei: se for pedir ajuda (entro em contato via email), para contato, etc. Para isso, deixarei à disposição ao lado dos posts, na barra lateral, um link para email.

2 – Aqui não é espaço para ninguém vir defender suas teses. Comentário é sobre o assunto em questão, breve e educado. Se a pessoa quiser usar meu blog de espaço pro seu discurso ou se for grosseiro e escarnecedor irá doravante para o lixo sem choro.

3- Se ao invés de argumentar contra ou a favor das minhas ideias, a pessoa partir para a falsa piedade, se dizendo cristã, e descer a lenha em mim ou em outras pessoas/instituições, irá para o lixo também.

4- Comentários que sejam de fato pertinentes e educados (ainda que contrários à essa blogueira) são e serão sim publicados. O que eu não tolerarei é ver pessoas virem aqui querer posar de santos, quando na verdade, deveriam ter um minimo de semancol, já que o espaço aqui não é delas. Eu quando comento em um blog, o faço da mesma forma que peço aqui: no assunto, a favor ou contra a ideia em tese e com respeito ao espaço do autor do blog, pois não estou no meu pra falar qualquer coisa. É o espaço do outro.

Espero ter sido clara, pois não tenho tempo de responder todos e nem de sair esclarecendo que não é assim e assado a cada pormenor. Tenho uma casa para cuidar e estudo. Não tenho tempo pra ficar corrigindo A ou B. Portanto fica o aviso: quer comentar? Ok, o faça. Mas em respeito às normas desse blog, ok?

Carta aberta sobre minha saída do VS

Postado em Administração Apostólica, D. Fellay, D. Fernando Rifan, Dom Keller, Igreja, Jornalismo, Liberdade, VS em 28/10/2009 por Ju

Para conhecimento de todos intenautas

Por razões práticas eu vou mesmo sair do Veritatis Splendor, embora possa continuar a colaborar informalmente, em off, ocasionalmente, etc.

Eu me baseei por algo que poderia (ou poderá) dar rolo: eu sempre gostei de circular desde que voltei à Igreja. Eu odeio rótulos: neocon, rad-trad, etc. E pra mim, do mesmo jeito que quero estar na missa do Pe Tiago, de D. Keller, quero poder circular no meio tradicionalista (comunidades Ecclesia Dei e FSSPX) livremente sem que me olhem e perguntem: “o que você foi fazer lá?”.

Até pelo fato de que serei jornalista e quero me especializar em política e religião. Quem sabe daqui uns anos vou cruzar com um sacerdote desses que eu conheça e eu como repórter ou qualquer coisa do gênero. Aí que se eu for me limitar por esse tipo de coisa, ferra tudo…

Eu poderei cruzar com D. Fernando Rifan, D. Bernard Fellay, D. Antonio Keller e – embora na Igreja eu vá ter meu lugar, tendo meus superiores, etc, eu não posso estar amarrada publicamente com X, por mais que essa pessoa seja meu superior eclesiástico. Isso só com a Igreja, sempre. Mas mesmo assim, não poderei explicitar tal fato, pois profissionalmente preciso ser independente.

Darei um ex. do que falo. Eu tomei uma coça do padre Jonas, mas ele terá que entender, rsrsrs. Eu fui na FSSPX (D. Fellay veio a SP) e me cataram até pra foto… Não podia recusar sob pena de ser grossa e mal educada e – mais ainda – de perder contatos, que na minha profissão valem ouro. Aiás, foi nessa ocasião que entrevistei Dom Fellay para o Verdade, Vida e Fé.

E, sabe, diferente de muita gente pessimista que conheci lá dentro, Dom Fellay tem uma visão da Igreja incrível…  Ele ganhou uma fã. :P

Eu odeio essas “brigas de sacristia”: eu disse ao padre Jonas que acho que os dois lados (FSSPX e Campos) têm suas razões nesse rolo e seus erros feios e ele quase caiu em mim, hehe, mas ficou tudo bem. Somos intensos os dois, só isso. ;) . Eu acho que D. Fernando e os padres lá podiam ter feito certas coisas diferentes e hoje ainda podem melhorar. E a FSSPX idem: vi coisas lá que poderiam – a meu ver – ter sido conduzidas de outra forma. Estarei certa e ambos errados? Não. É somente o meu olhar.

Pode ser pelo fato de eu ter entrado para a Igreja após esse rolo todo ter acontecido e só ter tomado conhecimento disso beeemmmm depois, creio que tenho como “olhar de fora” esse conflito, embora eu seja atendida pela Adm. Apostólica (Pe. Jonas nos atende e Dom Fernando é o nosso bispo) e diga-se: estou muito feliz assim. Mas eu consigo ver falhas e acertos dos dois lados.

Então, veja que com a mesma independência que tive pra criticar um membro do VS a respeito de um texto (nos comentários), critiquei D. Williamson por um texto que ele foi muito infeliz aqui nesse blog. Se eu tiver que criticar ou elogiar alguém eu quero continuar tendo essa liberdade em relação a outras situações. Porém, se eu for ter pessoas ou instituições como intocáveis, como poderei ter o olhar que preciso na profissão? Daí que me senti impedida, pois ficaria aquela coisa de eu estar ligada à imagem do VS. E eu não posso: como vou falar de A amarrada a um amigo de A? Ao menos é um resguardo que quero ter.

O Márcio Antonio hoje está no VS, realmente, mas ele foi pro VS quando já era profissional, tinha um nome e uma credibilidade feitas. Isso muda todo o cenário. Eu ainda vou construir uma imagem e uma credibilidade. Mas como construir se desde já me prendo à imagem de algo (o VS no caso)?

Daí que espero que compreendam, que embora goste muito de todos no VS, preciso ter um transito mais livre, o que seria difícil no âmbito eclesiástico já tendo “carimbo” de um ministério ou algo assim.

Em JMJ,

Juliana

Para que cotas no Brasil?

Postado em Cidadania, Cotas Raciais, Política em 27/10/2009 por Ju

O político mais poderoso do mundo é negro…

E o líder da oposição (Partido Republicano) também é negro.

A mulher mais rica e influente na mídia é negra.

O melhor jogador de golfe de todos os tempos é negro.

As melhores jogadoras de tênis do mundo também são negras.

O ator mais popular do mundo é negro.

O piloto de corrida mais veloz do mundo é negro.

O mais inteligente astrofísico na face da terra é negro.

O mais próspero cirurgião cerebral do mundo é negro.

O homem mais rápido do mundo é negro.

… POR QUE NO BRASIL
ELES AINDA PRECISAM DE COTAS?

Fonte: Lista Tradição Católica

Diploma de jornalista: uma questão já decidida

Postado em Cidadania, Faculdade, Jornalismo em 26/10/2009 por Ju

Judith Brito*

Duas propostas no Congresso querem – via Constituição – mudar decisão do STF que considerou inconstitucional a exigência do diploma de jornalista para o exercício da profissão

Apesar da recente decisão do Supremo Tribunal Federal de considerar inconstitucional a exigência do diploma universitário de jornalista para o exercício da profissão, tramitam no Congresso duas propostas – uma na Câmara e outra o Senado – cujo objetivo é exatamente incluir na Constituição essa exigência. A exigência do diploma vinha de um decreto-lei baixado pela Junta Militar que governava o Brasil em 1969, no auge da ditadura. Na época, tratava-se de tentativa de dificultar a vida de jornalistas sem o diploma que se manifestavam contra o regime.

A perspectiva – felizmente, frustrada – de controlar as escolas de jornalismo também fazia parte do plano. Em junho, o STF decidiu que essa legislação é totalmente incompatível com a Constituição de 88, por ir contra o princípio maior da liberdade de expressão. Agora, pretende-se colocar dentro da Constituição aquilo que a mais alta Corte do país definiu como inconstitucional.

Que fique claro: não há quem seja contra a qualificação dos jornalistas por meio de cursos universitários. Jornalismo é uma atividade nobre, fundamental para a cidadania, pois visa servir a sociedade com a apuração e divulgação de fatos de seu interesse. Quanto melhor preparados os profissionais de jornalismo, melhor para os cidadãos, que terão à sua disposição informações de qualidade para formar suas opiniões, para melhor entender o mundo em que vivem.

Os bons cursos de jornalismo, além de ensinar as melhores técnicas para o exercício da profissão nos diferentes tipos de mídia, dão a seus estudantes a formação humanista indispensável para esse papel de interlocução com a sociedade.

Mesmo com a decisão do Supremo, as empresas jornalísticas continuarão a contratar a imensa maioria dos seus profissionais dos cursos de jornalismo. Afinal, se o principal patrimônio de um veículo de comunicação jornalístico é a informação de qualidade, de credibilidade, ele é o maior interessado em ter os melhores profissionais. Tanto é assim que, antes da decisão do Supremo, mas quando já vigorava liminar que desobrigava as empresas jornalísticas de contratarem exclusivamente os formados em escolas de jornalismo, elas prosseguiram na contratação de profissionais com essa qualificação. É assim na maior parte das democracias do mundo, onde não há a exigência do diploma universitário de jornalista para o exercício da profissão, mas existem excelentes cursos de jornalismo.

A decisão do Supremo nada teve a ver com essa questão. Foi uma definição em favor do direito fundamental da liberdade de expressão, que é uma das chamadas “cláusulas pétreas” da Constituição (aquelas que não podem ser mudadas em nenhuma hipótese). Disse o Supremo que a liberdade de expressão não pode ser condicionada de nenhuma forma. Quem quiser ser repórter de um jornal, por exemplo, poderá pretender sê-lo independente da formação que tenha. Da mesma forma que não se pode exigir qualquer condicionamento prévio para quem queira escrever um livro. Esse respeito à plena liberdade de expressão permite que talentos que não tenham diploma de jornalista possam dar sua contribuição ao jornalismo e à sociedade.

Ao definir de forma tão clara e sábia esse alcance da liberdade de expressão em relação ao exercício do jornalismo, o Supremo deu continuidade a outra decisão que havia tomado poucas semanas antes, que foi o histórico fim da autoritária Lei de Imprensa, essa também fruto do regime militar. Naquela oportunidade, o STF já havia apontado o caminho da ampla liberdade de expressão como elemento essencial da democracia brasileira. Houve perfeita coerência entre os dois julgamentos- da Lei de Imprensa e da exigência do diploma- e o coroamento do espírito democrático que queremos para nosso país.

Agora, temos essas iniciativas parlamentares vindo na contramão da história. Na remota hipótese de prosperarem, serão julgadas inconstitucionais pelo Supremo, que já definiu categoricamente a questão. Mais do que isso, contudo, o que espanta é a pretensão de colocar tema tão específico na Constituição, como se ela fosse uma colcha de retalhos, onde cabe tudo: “Já que não pode por lei, vamos tentar na Constituição”. O processo legislativo de emenda constitucional não pode ser uma instância a mais de recurso contra decisões do Poder Judiciário. E seria esdrúxulo ter na Constituição uma regulamentação para o exercício da profissão de jornalista, como para qualquer outra atividade profissional. A Carta Maior é um documento de princípios gerais, filosóficos mesmo, e por isso não contém absolutamente nenhum tipo de regulamentação profissional.

Há inúmeras questões que realmente importam no mundo contemporâneo da comunicação e que merecem ações do Legislativo brasileiro, como a da preservação do conteúdo nacional em meio à concentração em âmbito global – tanto de infraestrutura de distribuição quanto de sistemas tecnológicos -, trazida pela nova realidade digital. Não faz sentido e será perda de tempo – diante do claro posicionamento do STF em favor da plena liberdade de expressão – tentar a volta da exigência do diploma para o exercício do jornalismo. Vamos olhar para frente e concentrar nossos esforços e energia na modernização do país e na consolidação dos princípios democráticos.

*Judith Brito, é presidente da Associação Nacional de Jornais (ANJ), publicou esse artigo em 20/10/2009 no Valor Econômico

Fonte: Manual dos Focas

Dom Fellay cauteloso

Postado em Bispos, D. Fellay, FSSPX, Igreja, Tradição, entrevista em 25/10/2009 por Ju

DSC03776 - CópiaEle esteve no Brasil esse último fim de semana. Superior Geral da (polêmica e controvertida, amada e odiada) FSSPX, ele veio aqui crismar e colocar a pedra fundamental na igreja que estão erguendo na cidade de São Paulo. Às vésperas do início das conversações doutrinais com Roma, ele revela não ser afeito a uma solução temporária, a qual, diz ele, só daria mais problemas que soluções em vista do cenário atual da Igreja. Qual será o formato definitivo da Fraternidade para quando isso for encerrado? Ele deixa tudo na mão da Santa Sé e diz que Roma estabelecerá algo “conveniente para a Fraternidade”, deixando tudo nas mãos da Santa Sé.

Embora diga não saber se Roma reconhecerá publicamente os sacramentos da FSSPX, ele fala que antes de uma solução definitiva a única coisa que se poderia esperar são atos como esse. Mas não dá mais pistas.

Estando a Igreja e a própria FSSPX em um momento delicado em suas relações mútuas, resta-nos rezar que tudo se esclareça e se resolva o mais rápido possível. Segue a entrevista.

Os jornalistas frequentemente se questionam qual será o formato preferido da Fraternidade: Seria uma Administração Apostólica como Campos, uma prelazia pessoal como o Opus Dei ou um ordinariato pessoal como os anglicanos?

O Vaticano disse muito claramente que não fará nenhuma ereção canônica da FSSPX antes dos diálogos doutrinais. Como não há nada oficial e nada conhecido, não posso dizer nada. A única coisa que posso dizer é que Roma quer estabelecer para nós algo conveniente para a Fraternidade.

Se diz que a Santa Sé poderia reconhecer publicamente faculdades para todos os sacramentos celebrados pela FSSPX. S. Excia. considera que isso ocorreria em pouco tempo?

Não faço a menor idéia. Simplesmente não sei.

E uma última pergunta é sobre a Fraternidade aceitar temporariamente uma estrutura canônica provisória durante as discussões doutrinais.

Existe essa idéia, mas é um problema dentro da Igreja. Existem muitos e muitos bispos que realmente nos odeiam. Inimigos da FSSPX realmente. E iriam fazer tudo que pudessem para nos destruir. E esse acerto temporário não resolveria o problema dos padres e dos fiéis. Os bispos colocariam obstáculos imensos e ficaria um caos. Então uma solução canônica terá que ser definitiva. Somente pequenas coisas poderiam ser feitas. Por exemplo, reconhecer os sacramentos da Fraternidade, coisas desse tipo.

A Igreja Católica construiu a civilização ocidental – parte 2

Postado em Civilização, Ciência, Igreja, Thomas E. Woods, verdades esquecidas em 25/10/2009 por Ju

Como prometido, vai aqui a segunda parte do documentário do D. Thomas Woods. A terceira virá daqui 15 dias e assim que o kandungus for publicando as demais partes, será disponibilizado nessa série.

Agora tem esperança!

Postado em Bobeiras em 16/10/2009 por Ju

O Lula resolve ir até uma vidente para saber de seu futuro político.

A vidente se concentra, fecha os olhos e fala:
- Vejo o senhor passando em uma avenida, em carro aberto, e uma multidão acenando.
Lula sorri e pergunta:
- Essa multidão está feliz?
- Sim, feliz como nunca!
- E eles estão correndo atrás do carro?
- Sim, por toda a volta do carro. Os batedores estão tendo dificuldades em abrir caminho.
- Eles carregam bandeiras?
- Sim, bandeiras do Brasil, e faixas com palavras de esperança e de
um futuro melhor.
- Eles gritam, cantam?
- Gritam frases de esperança: “Agora sim!!! Agora vai melhorar!!!”
- E eu, como estou reagindo?
- Não dá pra ver.
- E por que não?
- Porque o caixão está lacrado!!!

Santa Teresa, minha mãe de oração

Postado em Uncategorized em 15/10/2009 por Ju

st.teresa-transv1Santa Teresa, Sta. Teresinha e S. Soão da Cruz tem um espaço especial na minha vida. Ela é mais que doutora da Igreja e mestra de oração, uma grande mãe (madre no latim é mãe, hehe e os carmelitas descalços a tem como Sta. Madre Teresa) para seus filhos espirituais.

Quero, no dia dela, deixar umas frases dela mesma para que reflitamos no que ela nos ensina. Temos muito a aprender com seus escritos.

Eu tive o privilégio de estar ano passado em Ávila e ver um pouco da vida dela, as relíquias de Sta. Teresa, etc. A imagem acima é da transverberação, quando um anjo transpassou o seu coração com uma seta de fogo, selando assim seu matrimônio místico com Nosso Senhor, corroborando sua entrega a Deus. São graças que só se alcançam após uma vida de oração muito profunda. E pensar que eu estive na capela onde ocorreu essa graça enorme.

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Capela da Transverberação - Mosteiro da Encarnação (Ávila - Espanha)

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Fiquemos com Sta. Teresa e seus ensinos no dia dela:

“Quem ama, faz sempre comunidade; não fica nunca sozinho”

“A amizade é a mais verdadeira realização da pessoa”

“Falais muito bem com outras pessoas, por que vos faltariam palavras para falar com Deus?”

“A amizade com Deus e a amizade com os outros é uma mesma coisa, não podemos separar uma da outra”

“Em tempos de tristeza e de inquietação, não abandones nem as boas obras de oração, nem a penitência a que estás habituada. Antes, intensifica-as. E verás com que prontidão o Senhor te sustentará”

“Quem não deixa de caminhar, mesmo que tarde, afinal chega. Para mim, perder o caminho é abandonar a Oração”

“O Senhor não olha tanto a grandeza das nossas obras. Olha mais o amor com que são feitas”

“O verdadeiro humilde sempre duvida das próprias virtudes e considera mais seguras as que vê no próximo”

“Humildade é a verdade”

“Espera um pouco, filha, e verás grandes coisas”

“Vocês pensam que Deus não fala porque não se ouve a Sua voz? Quando é o coração que reza Ele responde”

“O Senhor sempre dá oportunidade para oração quando a queremos ter”

“Falte-me tudo, Senhor meu, mas se vós não me desamparardes, não faltarei eu a vós”

“Quem vos ama de verdade, Bem meu, vai seguro por um amplo caminho real, longe do despenhadeiro, estrada na qual, ao primeiro tropeço, Vós, Senhor, dais a mão; não se perde, por alguma queda, nem mesmo por muitas, quem tiver amor a Vós, e não às coisas do mundo”

“Se tiver humildade, não tenha receio, o Senhor não permitirá que se engane nem engane os outros”

“Uma prova de que Deus esteja conosco não é o fato de que não venhamos a cair, mas que nos levantemos depois de cada queda”

“Se não dermos ouvidos ao Senhor quando Ele nos chama, pode acontecer que não consigamos encontrá-lo quando o quisermos”

“São felizes as vidas que se consumirem no serviço da Igreja”

“Basta uma graça dessas para transformar uma alma por inteiro”

“Não me parecia que eu conhecesse a minha alma, tão transformada eu a via”

“0 olhar de Deus é amar e conceder graças”

“Eu quero ver a Deus e para isso é necessário morrer. Não morro, mas entro na vida”

Ladainha de Santa Teresa de Jesus

Senhor, tende piedade de nós.
Jesus Cristo, tende piedade de nós.
Senhor, tende piedade de nós.
Jesus Cristo, ouvi-nos.
Jesus Cristo, atendei-nos.
Deus, Pai do Céu, tende piedade de nós.
Deus, Espírito Santo, tende piedade de nós.
Santíssima Trindade que sois um só Deus, tende piedade de nós.

Santa Maria, Rogai por nós.
Santa Maria, Mãe de Deus,
Santa Maria, Rainha e Formosura do Carmo,
São José,
São João da Cruz,
São Rafael Kalinowski,
Santa Teresa Margarida do Coração de Jesus,
Santa Teresa Benedita da Cruz,
Santa Teresa de Jesus dos Andes,
Santa Maravilhas de Jesus,

Santa Madre Teresa de Jesus, rogai por nós!
Grande Doutora da Igreja, rogai por nós!
Mãe do Carmo Descalço, intercedei por nós!
Modelo e Mãe dos Descalços, rogai por nós!
Mestra da Espiritualidade, rogai por nós!
Mestra da Vida de Oração, intercedei por nós!
Modelo de santidade, rogai por nós!
Santa da Contemplação, rogai por nós!
Santa do Amor ao Deus Humanado, rogai por nós!
Verdadeira Filha da Igreja, intercedei por nós!
Glória da cidade de Ávila, rogai por nós!
Martelo dos Hereges, rogai por nós!
Virgem prudente e fiel ao Esposo, rogai por nós!
Esposa Espiritual de Cristo, intercedei por nós!
Santa da Altíssima Oração, rogai por nós!
Mártir por desejo, rogai por nós!
Coração trespassado pelo Amor, rogai por nós!
Nossa Mãe e protectora no Céu, intercedei por nós!

Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, perdoai-nos Senhor!
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, ouvi-nos Senhor!
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós!

- Rogai por nós, Santa Madre Teresa de Jesus!
- Para que sejamos dignos das promessas de Cristo.

ORAÇÃO

Ó Deus, que pelo Espírito Santo fizestes surgir Santa Teresa de Jesus, nossa mãe, para recordar à Igreja o caminho da perfeição, permiti que encontremos sempre alimento em sua doutrina celeste e sentir em nós o desejo da verdadeira santidade. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém.

Socialismo: porque matar é essencial

Postado em Marxismo, Política, Socialismo, autoritarismo, comunismo, esquerda, verdadeira face do comunismo em 14/10/2009 por Ju

Embora muitos não gostem, essa é a face verdadeira do socialismo.

Bispo ressalta a impossibilidade de inter-comunhão entre católicos e protestantes

Postado em Bispos, Comunhão, Dom Keller, Ecumenismo, Igreja, Protestantes em 12/10/2009 por Ju

No meio de um cenário eclesiástico tão confuso, é alentador ver um bispo ecoar sem receios a doutrina da Igreja.

Nota Pastoral a respeito da impossibilidade da chamada “inter-comunhão” entre católicos e cristãos de outras denominações que tem sua origem na Reforma Protestante

Respondendo oficialmente a consultas encaminhadas por alguns padres desta nossa Diocese, em relação a situações bem específicas de fiéis de outras Comunidades cristãs, originadas da Reforma Protestante que, em celebrações da Santa Missa apresentam-se no momento da Sagrada Comunhão para receber o Corpo do Senhor, bem como aquelas situações de fiéis católicos que, em celebrações destas denominações cristãs protestantes são convidados e apresentam-se para participar da “Santa Ceia” destas mesmas Comunidades, desejo esclarecer que:

  1. Temos a alegria de testemunhar os grandes passos que, a favor do autentico Ecumenismo, a Igreja tem trilhado, tendo à frente seus Pastores, especialmente o Santo Padre o Papa. Não podemos jamais perder a esperança e a confiança em Deus, sabendo que a Unidade da Igreja, querida por Cristo Nosso Senhor, é um objetivo que será sem dúvida alcançado, não como fruto das ações humanas, mas sim como Graça muito especial de Deus à sua Igreja.
  2. Contudo, não podemos negar a triste e infeliz realidade: estamos ainda divididos. Contudo, algumas denominações protestantes são propensas a aceitar que os católicos poderiam participar da Santa Ceia nas Igrejas protestantes, e os protestantes poderiam participar da Sagrada Comunhão nas Igrejas Católicas.
  3. É importante recordar que, para nós católicos, “receber a Comunhão” tem um sentido mais denso e profundo. Para nós o termo “Comunhão” (Koinonia, em grego) significa a comunhão com o Corpo de Cristo, que é simultaneamente Igreja e Eucaristia (ver a doutrina paulina sobre o Corpo de Cristo, em Cl 1,24; 1Cor. 12,12-30). Assim, na visão católica, não deve haver comunhão com a Eucaristia sem que haja comunhão com a Igreja.
  4. São diversos os documentos oficiais da Igreja (portanto não documentos “de opinião”) que afirmam, de forma vinculante, esta impossibilidade. Cito apenas um, o n. 38 do Documento “Ecclesia de Eucharistia, do Servo de Deus, o Papa João Paulo II: “A Eucaristia, como suprema manifestação sacramental da comunhão na Igreja, exige para ser celebrada, um contexto de integridade dos laços, inclusive externos, de comunhão. De modo especial, sendo ela « como que a perfeição da vida espiritual e o fim para que tendem todos os sacramentos », requer que sejam reais os laços de comunhão nos sacramentos, particularmente no Batismo e na Ordem sacerdotal. Não é possível dar a comunhão a uma pessoa que não esteja batizada ou que rejeite a verdade integral de fé sobre o mistério eucarístico. Cristo é a verdade, e dá testemunho da verdade (cf. Jo 14, 6; 18, 37); o sacramento do seu corpo e sangue não consente ficções.”
  5. Assim sendo, através desta Nota Pastoral, desejo esclarecer aquelas que são as Normas Eclesiásticas, a respeito da impossibilidade da inter-comunhão, no que diz respeito às Comunidades originadas da Reforma Protestante:

·         Duas são as condições para se admitir alguém de outra denominação cristã  à Comunhão Eucarística, na Igreja Católica: que tenha a respeito da Eucaristia a mesma fé que os católicos (não apenas fé na real presença eucarística, mas também na Eucaristia como sacrifício) e que não tenha acesso a um ministro de sua denominação .

·         Para um católico, não faz sentido participar da “Santa Ceia” nas celebrações das Comunidades protestantes, pois estas não têm o ministério sacerdotal.  Conseqüentemente, não podem consagrar a Eucaristia validamente, mas celebram apenas um símbolo que lembra a Cristo.

·         Católicos e protestantes devem estar convictos de que, em relação à Eucaristia, não é possível simplesmente chegar a um acordo “diplomático”. O amor fraterno e o respeito mútuo não podem se distanciar da verdade nem a encobrir. Infelizmente, ainda não temos um acordo sobre a Doutrina Eucarística, e esta falta de entendimento não pode ser dissimulada por uma participação ambígua na mesma mesa. Assim, neste caso, a inter-comunhão longe de favorecer a reunião entre os irmãos separados, acaba se transformando em um empecilho para a verdadeira Unidade na Fé e na Caridade.

Esta Nota Pastoral tem a intenção de esclarecer caridosamente a questão da impossibilidade da inter-comunhão em relação a Comunidades nascidas da Reforma Protestante, já que em determinados lugares de nossa Diocese, alguns padres tem encontrado problemas ao expor com clareza a postura e as exigências da Igreja Católica. Fica aqui a expressa a posição oficial da Diocese.

Frederico Westphalen, 12 de outubro de 2009.

Solenidade de Nossa Senhora da Conceição Aparecida

+ Antonio Carlos Rossi Keller

Bispo de Frederico Westphalen

Respondendo oficialmente a consultas encaminhadas por alguns padres desta nossa Diocese, em relação a situações bem específicas de fiéis de outras Comunidades cristãs, originadas da Reforma Protestante que, em celebrações da Santa Missa apresentam-se no momento da Sagrada Comunhão para receber o Corpo do Senhor, bem como aquelas situações de fiéis católicos que, em celebrações destas denominações cristãs protestantes são convidados e apresentam-se para participar da “Santa Ceia” destas mesmas Comunidades, desejo esclarecer que:

  1. Temos a alegria de testemunhar os grandes passos que, a favor do autentico Ecumenismo, a Igreja tem trilhado, tendo à frente seus Pastores, especialmente o Santo Padre o Papa. Não podemos jamais perder a esperança e a confiança em Deus, sabendo que a Unidade da Igreja, querida por Cristo Nosso Senhor, é um objetivo que será sem dúvida alcançado, não como fruto das ações humanas, mas sim como Graça muito especial de Deus à sua Igreja.
  2. Contudo, não podemos negar a triste e infeliz realidade: estamos ainda divididos. Contudo, algumas denominações protestantes são propensas a aceitar que os católicos poderiam participar da Santa Ceia nas Igrejas protestantes, e os protestantes poderiam participar da Sagrada Comunhão nas Igrejas Católicas.
  3. É importante recordar que, para nós católicos, “receber a Comunhão” tem um sentido mais denso e profundo. Para nós o termo “Comunhão” (Koinonia, em grego) significa a comunhão com o Corpo de Cristo, que é simultaneamente Igreja e Eucaristia (ver a doutrina paulina sobre o Corpo de Cristo, em Cl 1,24; 1Cor. 12,12-30). Assim, na visão católica, não deve haver comunhão com a Eucaristia sem que haja comunhão com a Igreja.
  4. São diversos os documentos oficiais da Igreja (portanto não documentos “de opinião”) que afirmam, de forma vinculante, esta impossibilidade. Cito apenas um, o n. 38 do Documento “Ecclesia de Eucharistia, do Servo de Deus, o Papa João Paulo II: “A Eucaristia, como suprema manifestação sacramental da comunhão na Igreja, exige para ser celebrada, um contexto de integridade dos laços, inclusive externos, de comunhão. De modo especial, sendo ela « como que a perfeição da vida espiritual e o fim para que tendem todos os sacramentos », requer que sejam reais os laços de comunhão nos sacramentos, particularmente no Batismo e na Ordem sacerdotal. Não é possível dar a comunhão a uma pessoa que não esteja batizada ou que rejeite a verdade integral de fé sobre o mistério eucarístico. Cristo é a verdade, e dá testemunho da verdade (cf. Jo 14, 6; 18, 37); o sacramento do seu corpo e sangue não consente ficções.”
  5. Assim sendo, através desta Nota Pastoral, desejo esclarecer aquelas que são as Normas Eclesiásticas, a respeito da impossibilidade da inter-comunhão, no que diz respeito às Comunidades originadas da Reforma Protestante:

·         Duas são as condições para se admitir alguém de outra denominação cristã  à Comunhão Eucarística, na Igreja Católica: que tenha a respeito da Eucaristia a mesma fé que os católicos (não apenas fé na real presença eucarística, mas também na Eucaristia como sacrifício) e que não tenha acesso a um ministro de sua denominação .

·         Para um católico, não faz sentido participar da “Santa Ceia” nas celebrações das Comunidades protestantes, pois estas não têm o ministério sacerdotal.  Conseqüentemente, não podem consagrar a Eucaristia validamente, mas celebram apenas um símbolo que lembra a Cristo.

·         Católicos e protestantes devem estar convictos de que, em relação à Eucaristia, não é possível simplesmente chegar a um acordo “diplomático”. O amor fraterno e o respeito mútuo não podem se distanciar da verdade nem a encobrir. Infelizmente, ainda não temos um acordo sobre a Doutrina Eucarística, e esta falta de entendimento não pode ser dissimulada por uma participação ambígua na mesma mesa. Assim, neste caso, a inter-comunhão longe de favorecer a reunião entre os irmãos separados, acaba se transformando em um empecilho para a verdadeira Unidade na Fé e na Caridade.

Esta Nota Pastoral tem a intenção de esclarecer caridosamente a questão da impossibilidade da inter-comunhão em relação a Comunidades nascidas da Reforma Protestante, já que em determinados lugares de nossa Diocese, alguns padres tem encontrado problemas ao expor com clareza a postura e as exigências da Igreja Católica. Fica aqui a expressa a posição oficial da Diocese.

Frederico Westphalen, 12 de outubro de 2009.

Solenidade de Nossa Senhora da Conceição Aparecida

+ Antonio Carlos Rossi Keller

Bispo de Frederico Westphalen