Reassem a todos esse vídeo, onde é mostrado sem meias palavras o procedimento criminoso dos abortistas. O vídeo dispensa comentários. E um detalhe: é muito forte. Quem for sensível, não assista.
Reassem a todos esse vídeo, onde é mostrado sem meias palavras o procedimento criminoso dos abortistas. O vídeo dispensa comentários. E um detalhe: é muito forte. Quem for sensível, não assista.
Por Francesco Scavolini.
O PRESIDENTE Lula, há poucos dias, convidou o ex-advogado-geral da União José Antonio Dias Toffoli para ocupar uma vaga de ministro do Supremo Tribunal Federal, a máxima instância do Poder Judiciário no Brasil. Sabatinado pelo Senado, Toffoli foi aprovado.
A escolha do presidente causou perplexidade em alguns setores da sociedade, tanto no meio jurídico quanto no meio político, principalmente por questões ligadas ao currículo “escolar” e “profissional” de Toffoli. Tais questões já foram exaustivamente discutidas. Assim, as considerações que seguem, e que desejo compartilhar com os leitores, têm o objetivo de suscitar uma reflexão a respeito dos fundamentais valores éticos e morais que, como alicerces, sustentam a sociedade em geral e, de maneira especial, as instituições que governam os cidadãos.
Tais valores são o respeito ao direito à vida de todo ser humano e a preservação e a promoção do catalisador vital da sociedade, que é a família. É justamente com relação a esses valores que a escolha de Toffoli deveria deixar a sociedade extremamente preocupada.
Numa recente entrevista (revista “Veja”, 6/5), o então advogado-geral da União defendeu a descriminalização do aborto e a união civil entre pessoas do mesmo sexo.
Estamos vivendo numa época em que a sociedade está muito preocupada com a violência que atormenta a convivência social e atinge especialmente as crianças e os adolescentes. Como poderemos resolver esse gravíssimo problema se formos institucionalizar comportamentos que aumentarão a violência e a fragmentação social?
Médicos e psiquiatras são quase unânimes ao afirmar que os traumas e as consequências do aborto são terríveis para a saúde da mulher, pois, afinal de contas, trata-se do assassinato de um ser humano inocente e indefeso.
Assim também educadores, psicólogos e sociólogos mostram, com dados concretos e estatísticas, que crianças, adolescentes e jovens que vivem com o pai e a mãe em uma família unida e estável têm muito menos chances de protagonizar ou de serem atingidos por episódios de violência, deixando mais segura a sociedade toda.
Critério básico de toda reta ordem jurídica deveria sempre ser a relação com a pessoa humana como depositária de uma dignidade inalienável, tanto em sua dimensão individual quanto em sua dimensão comunitária.
Torna-se, portanto, importante fazer todo esforço para que seja realizada uma efetiva tutela dos direitos humanos fundamentais, sem, contudo, construir ao redor deles teorias e comportamentos que acabam por privilegiar somente alguns aspectos desses direitos ou aqueles que correspondem a particulares interesses e sensibilidades de um determinado momento histórico (por exemplo, o “direito” da mulher – defendido por Toffoli – de interromper a gestação, matando um ser humano inocente e indefeso, ou, ainda, o “direito” de institucionalizar uma união antinatural, como a homossexual).
Dessa forma, ficaria esquecido aquele essencial princípio que é o da indivisibilidade dos direitos humanos, princípio que está fundamentado na unidade da pessoa humana e em sua intrínseca dignidade.
Sem dúvida, a unidade do direito e da ciência jurídica encontra seu fundamento numa justiça dinâmica, expressão não somente da estreita ordem legal, mas principalmente daquela razão natural (”recta ratio”) que deve governar os comportamentos dos cidadãos e das autoridades.
É isso o que afirma são Tomás de Aquino quando nos lembra que “omnis lex humanitus posita in tantum habet de ratione legis, inquantum a lege naturae derivatur” (”toda lei humana só possui valor de lei se provem da lei natural”, cf. “Suma Teológica”, I-II, q. 95, a2).
O relativismo ético que parece permear a hodierna sociedade consumista constitui um grave perigo também para o nosso querido Brasil.
Enquanto um recente “spot” publicitário do nosso governo federal enaltece alguns países estrangeiros (entre os quais a Holanda) pelo suposto alto nível educacional atingido, eis que a Justiça holandesa reconheceu recentemente o “direito” de participação democrática nas eleições daquele país ao partido dos pedófilos.
Que Nossa Senhora Aparecida nunca permita que nossa amada nação siga os passos perversos daqueles que querem destruir os grandes valores da terra de Santa Cruz.
Francesco Scavolini, doutor em jurisprudência pela Universidade de Urbino (Itália), é especialista em direito canônico.
Fonte: Jornal Folha de São Paulo de 06/10/2009.
O Diretório Nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), reunido no dia 17 de setembro, decidiu punir os deputados federais Luiz Bassuma (BA) e Henrique Afonso (AC). Por unanimidade, ambos tiveram os seus direitos políticos suspensos por 1 ano e 90 dias, respectivamente. Não poderão votar nem ser votados nas instâncias partidárias ou discursar em nome do partido. Impressionante! Será que o PT decidiu enfrentar as consequências do pragmatismo aético que transformou as antigas bandeiras partidárias num trapo rasgado e sujo? Será que as suas lideranças tiveram um choque de nostalgia ética e resolveram tirar os esqueletos do armário e encarar, enfim, a sucessão de escândalos (basta pensar no mensalão) que mancharam importantes lideranças do partido?
A resposta é um redondo não. Os dois deputados não meteram a mão no cofre público. Não mentiram. Não transformaram os seus mandatos em ferramenta de enriquecimento próprio. Não participaram de recorrentes ações de delinquência parlamentar. Não fizeram caixa 2. Seu crime foi defender a vida. Sua ousadia foi questionar a descriminalização do aborto. Os membros do Diretório Nacional decidiram que eles infringiram a ética partidária, pois o PT decidiu em seu terceiro congresso nacional uma posição a favor da descriminalização. A verdade, caro leitor, é uma só: o PT puniu a liberdade das consciências e algemou o direito à liberdade de expressão, valores consagrados na Constituição e pilares dos direitos humanos.
É curiosa a posição de certa “vanguarda”. Como lembra o jornalista Alceu Castilho, editor do site Repórter Social, “temos um samba do crioulo doido”.
“As pessoas de esquerda, acostumadas a pensar na sociedade em função do outro, da coletividade, tomam posição ferrenha “pró-escolha”, pró-indivíduo. E de um jeito que eu não poderia classificar de tolerante – como mostra a suspensão dos deputados petistas”, conclui Castilho.
A defesa da vida não é um assunto religioso. Pode até ter uma dimensão religiosa. Mas não se limita ao espaço da fé. Reduzir o debate sobre o aborto ao universo religioso é uma estratégia para desqualificar os defensores da vida. O problema do direito à vida é antropológico, científico e filosófico. Um embrião e um feto são também uma pessoa, tanto do ponto de vista científico como filosófico. Não ver isso é pôr lacre nos olhos.
É falsa a afirmação de que o feto faz parte do corpo da mãe e a mãe pode abortar por ter direito sobre o seu próprio corpo. Na verdade, a mãe é a hospedeira, protetora e nutriz de um novo ser diferente dela, um outro indivíduo. Biologicamente, o ser que está aconchegado dentro do seio da mãe é idêntico ao que estará sentado no seu colo com três meses ou à mesa com ela quando tiver 15, 20 ou 50 anos de idade. O embrião é distinto de qualquer célula do pai ou da mãe; em sua estrutura genética, é “humano”, não um simples amontoado de células caóticas; e é um organismo completo, ainda que imaturo; e – se for protegido maternalmente de doenças e violência – vai-se desenvolver até o estágio maduro de um ser humano.
Aprovar a autorização legal para abortar – como bem comentam os filósofos Robert P. George e Christopher Tollefsen, em seu livro Embryo: A Defense of Human Life (Doubleday, 2008) – é dar licença para matar uma certa classe de seres humanos como meio de beneficiar outros. Defender os direitos de um feto é a mesma coisa que defender uma pessoa contra uma injusta discriminação, a discriminação dos que pensam que existem alguns seres humanos que devem ser sacrificados por um bem maior. Aí está exatamente o cerne da questão, que nada tem que ver com princípios religiosos nem com a eventual crença na existência da alma.
Fala-se, frequentemente, do “consenso por interesse”. É útil recordar que fruto dele foi a legislação que, durante séculos, definiu que uma raça ou um povo são legalmente infra-humanos e, portanto, podem ser espoliados de direitos e tratados como “coisas”, também para benéficas experiências científicas: é o caso do apartheid dos negros na África do Sul e dos judeus aviltados e trucidados pela soberania “democrática” nazista.
O juridicismo, hoje prevalente, equivale a prescindir de qualquer enfoque filosófico e naufragar nas águas sempre mutáveis do relativismo. Nada tem um valor consistente, tudo depende do “consenso” dos detentores do poder, movidos a pressões de interesses. É óbvio que, por esse caminho, ficam abertas as portas para as maiores aberrações. Que argumento válido se poderá opor, então, a um projeto de lei que aprove a eutanásia compulsória dos anciãos gravosos ao erário, ou a eliminação de doentes incapacitados para o trabalho, na mais alegre imitação da eugenia nazista? Será que o juridicismo tem resposta “válida” para isso?
O brasileiro é contra o aborto. Não se trata apenas de uma opinião, mas de um fato medido em inúmeras pesquisas de opinião. Por isso o PT e o governo precisam ir devagar com o andor. A legalização do aborto seria, hoje e agora, uma ação nitidamente antidemocrática. Ademais, existe a questão dos princípios. A democracia é o regime que mais genuinamente respeita a dignidade da pessoa humana. Qualquer construção democrática, autêntica, e não apenas de fachada, reclama os alicerces dos valores éticos fundamentais.
A honestidade intelectual não foge do debate, não impõe, não assume posições próprias do pior fascismo. Foi o que o PT fez: censurou, ameaçou, impediu o debate, puniu a liberdade de expressão.
Carlos Alberto Di Franco, doutor em Comunicação pela Universidade de Navarra, professor de Ética, é diretor do Master em Jornalismo (www.masteremjornalismo.org.br) e da Di Franco – Consultoria em Estratégia de Mídia (www.consultoradifranco.com) E-mail: difranco@iics.org.br
Fonte: Estadão
Uma rápida pesquisa no Google mostra 1.600.000 casos de emprego da palavra “abortista” para qualificar os adeptos do aborto e/ou da sua legalização. Excluem-se desse total os exemplos de uso do mesmo termo em revistas e jornais impressos, livros, debates orais, conferências, aulas e conversações do cotidiano, que elevariam o cômputo para várias centenas de milhões, sobrepujando o número de pessoas existentes no Brasil.
A partir do momento em que o Supremo Tribunal Federal acatou a sentença que condenara o Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz pelo crime de chamar uma adepta do aborto de abortista, os demais casos de emprego do termo no mesmo sentido passam automaticamente a ser crimes. Cabe portanto às autoridades a escolha entre punir todos os seus autores – isto é, a população nacional em peso, excluído o modestíssimo contingente dos militantes pró-aborto que jamais tenham usado a palavra proibida (o que não é o caso de todos eles) –, ou então deixá-los todos impunes e castigar discricionariamente um só, o Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz.
Se optar pela primeira alternativa, aquele egrégio tribunal terá se igualado ao Dr. Simão Bacamarte, superando-o apenas nas dimensões da sua megalomania, de vez que o Alienista de Machado de Assis encarcerou somente os habitantes da vila de Itaguaí, ao passo que Suas Excelências o terão feito com a quase totalidade dos brasileiros e, de quebra, com algum turista lusófono – português ou angolano, digamos – que tenha a imprudência de desembarcar nestas plagas sem primeiro informar-se das proibições vocabulares vigentes no local.
Na segunda hipótese, já não será um tribunal de justiça, e sim um comitê de aplicação seletiva de injustiças politicamente convenientes.
Nas duas eventualidades, estará desmoralizado – e, como não há logicamente uma terceira, não vejo como escapar à conclusão de que já o está.
Suas Excelências, depois de tantas outras que as precederam em postos legalmente habilitados a esse tratamento honorífico, na Presidência da República, no Senado, na Câmara dos Deputados, nas assembléias estaduais e no próprio STF, terão demonstrado, uma vez mais, que a excelência de um cargo não se transmite sempre – ou quase nunca – à pessoa do seu ocupante.
Certa vez, como eu elevasse a minha voz num bate-boca com um general embrulhão, ele exigiu que eu respeitasse a sua farda.
– Respeito-a, como não?, retruquei. – Por isso mesmo espero que ela o vomite o quanto antes, para não andar por aí com essa vergonha por dentro.
O referido enfiou a viola no saco, e eu, que felizmente jamais o vira fardado, não sei o que fez desde então, pois nunca voltei a vê-lo em indumentária nenhuma, ou desprovido dela.
Diante da atitude dos juízes para com o Pe. Lodi, sinto-me tentado a esboçar uma analogia entre a farda e a toga, mas deixo isso para depois. Por enquanto, limito-me a constatar que, além do paradoxo lingüístico-juridico acima apontado, Suas Excelências meteram-se noutro ainda pior ao endossar a premissa adotada pelo tribunal inferior, que considerou “pejorativo” o termo “abortista”.
Uma palavra só pode ser pejorativa em duas circunstâncias: ou ela é pejorativa em si mesma, como um palavrão ou um apelido insultuoso, não cabendo usá-la jamais em sentido neutro; ou, ao contrário, trata-se apenas do uso pejorativo de uma expressão que, noutro contexto, poder ser totalmente neutra e inofensiva.
Em qual dois casos está a palavra “abortista”? Em nenhum dos dois. Para que fosse pejorativa em si mesma, seria preciso que houvesse outra palavra, neutra, eufemística ou elogiosa, que designasse o mesmo objeto sem as conotações negativas da primeira. Como o próprio Pe. Lodi observou, os juízes que o condenaram foram totalmente incapazes de citar um só termo alternativo que nomeasse, sem as supostas intenções pejorativas, os adeptos do aborto e do abortismo.
Na segunda hipótese, seria preciso reconhecer que o termo “abortista”, em si, nada tem de pejorativo, que apenas são pejorativos certos usos dele, como acontece, por exemplo, com a palavra “político”, que, em certos contextos, pode ser a designação neutra de uma ocupação humana e, em outros, quase um palavrão. Admitido isso, seria preciso em seguida provar que o emprego do termo pelo Pe. Lodi teve intenção pejorativa, ou seja, que ele chamou a militante pró-aborto de abortista no “mau” sentido e não no “bom”.
Para complicar ainda mais as coisas, a prova de intenções pejorativas, na segunda hipótese, é praticamente impossível, de vez que, se não há um termo alternativo, há no entanto um termo correlato, “aborteiro”, que designa o autor de um crime e é muito anterior, no vocabulário corrente, ao surgimento da expressáo “abortista”, pelo simples fato de que a prática de abortos antecede historicamente a existência de um movimento organizado em defesa dela. A palavra “abortista” surgiu, precisamente, para distinguir entre a prática e a doutrina, subentendendo, com toda a evidência, que todo aborteiro é necessariamente abortista mas nem todo abortista é aborteiro, e excluindo, portanto, de toda suspeita de crime de aborto os meros defensores da legalização do procedimento. Esse termo constitui, assim, precisamente o oposto de um pejorativo: ele existe para proteger, não para ofender.
Como nem os juízes do tribunal inferior nem os do STF examinaram estas questões e nem mesmo as mencionaram, mostrando-se totalmente inconscientes dos tremendos problemas semânticos envolvidos na criminalização de uma palavra, a única conclusão possível é que lavraram sentença sobre um caso do qual não entenderam nada, não procuraram entender nada e nem mesmo suspeitaram de que nele houvesse algo a ser entendido antes de ser julgado.
Se foi assim, e não vejo logicamente como poderia ter sido de outro modo, então é claro que Suas Excelências de ambos os tribunais prejulgaram o caso com um desleixo imperdoável em ocupantes de cargos de tão alta responsabilidade, acrescido de uma pressa indecente em ceder às exigências histéricas de um grupo de pressão queridinho da mídia.
Se, por não haver instância judicial que o transcenda, o Supremo Tribunal é de fato supremo, também o são as iniqüidades que venha a cometer. Contra elas, a única esperança é o Senado Federal, a quem cabe, pela Constituição, Art. 52, processar e julgar os juízes daquele Tribunal. Os senadores, porém, só se mobilizarão para isso se pressionados pelo eleitorado, especialmente pelas organizações religiosas. Terão estas ainda a coragem de agir em defesa de um sacerdote vítima de iniqüidade?
Fonte: Olavo de Carvalho
Quer abortar? Recomendo pensar com carinho nesses casos.
Caso 1:
Pai asmático, mãe tuberculosa. 4 filhos. O primeiro é cego, o segundo é surdo, o terceiro morreu o o quarto tem tuberculose. A mãe está grávida.
É a favor de um aborto?
Se sim, abortou Beethoven.
Caso 2:
Um homem branco viola uma nenina negra de 13 anos e esta fica grávida.
É a favor de um aborto?
Se sim, abortou Ethel Walters.
Caso 3:
Uma senhora está grávida; já tem muitos filhos, dois deles morreram, o seu esposo está na guerra e a ela resta-lhe pouco tempo de vida.
É a favor de um aborto?
Se sim, você abortou João Paulo II
Caso 4:
Uma adolescente está grávida; é muito pobre, não está casada e o seu noivo não é o pai da criança que está esperando.
É a favor de um aborto?
Se sim, abortou Jesus Cristo.
Todos temos o direito de escolher, só não temos o direito de escolher quem vai morrer.
Há alternativas.
Aborto, somos melhores que isso.
Fonte: Orkut
A missa tradicional e também muitos institutos sacerdotais a ela ligados não viveram sem luta. Hoje vivem um tempo “melhor”, mas não tem como abandonar a luta pela liturgia tradicional, pela ortodoxia, pela fé. Li algumas coisas interessantes no Fratres in Unum, vejam só.
Alguns padres de institutos tradicionalistas foram rezar em frente à Catedral de Saint-André (Bordeaux – França) para rezar pela vida e contra o aborto. Sim, essa luta é permanente e desconhece fronteiras: Brasil, França, EUA…
Daí que essa imagem dos padres de joelhos em frente à Catedral me tocou demais:

Será que não podemos fazer a mesma coisa? Não só podemos, mas devemos!
E, como ele colocou no Fratres, essa oração foi tomada por abortistas como uma provocação. Graças a Deus por isso. Triste eu ficaria se as abortistas tivessem se agradado disso. Temos que tomar coragem para fazermos protestos dessa natureza aqui no Brasil. Esse tipo de iniciativa, infelizmente, nos tem faltado. Ficamos somente a assistir desconsolados as notícias sobre o aborto e não fazemos nada!
Mas eu li, também no Fratres, uma outra notícia deveras interessante e alegre que posto integralmente: que no blog do Pe. John Zuhlsdorf saiu essa foto:
E ela mostra dois documentos fixados no mural do Pontifício Colégio Norte Americano em Roma. O da esquerda, sobre um curso para aprender a rezar a missa tradicional (voltado a diáconos e estudantes do terceiro ano de teologia); à direita, um formulário para os outros seminaristas requisitarem sua cópia do novo DVD tutorial da missa feito Fraternidade São Pedro.
Os muitos borrões nos documentos são as assinaturas dos interessados; são tantas que nos dá grande esperança. E de se imaginar, como atesta um comentário de um leitor do blog, que há quatro anos, no mesmo colégio, uma propaganda como essa da missa tradicional não seria permitidia sequer na cripta.
Vejam então, que podemos, sim, ter esperança. Os jovens sacerdotes tem sede de aprenderem a liturgia tradicional da Igreja. E com esse mesmo coração cheio de amor pela liturgia tradicional, dou outra notícia.
Em Campos, dia 1/11, dois seminaristas receberam o subdiaconato das mãos de Dom Fernando Rifan. Sendo um deles de SP. Isso é motivo de alegria para nós, já quemem breve um paulista (ou paulistano??) será ordenado sacerdote. E mais que isso: ele será sacerdote ligado à liturgia tradicional.
Por isso, a luta não acaba jamais. A esperança é o que nos move e coragem não nos pode faltar para enfrentarmos os desafios que se desenham na luta pela fé que uma vez foi entregue aos santos (Jd 1.3).
Saiu na internet uma notícia grave:
Madrid, 17 Out (Lusa) – O “barco do aborto”, navio da associação holandesa Women on Waves, chegou quinta-feira ao porto de Valência (Espanha), onde foi recebido por uma manifestação de adversários do aborto, noticiaram os medias espanhóis.
O barco, espécie de clínica flutuante, prevê embarcar mulheres a partir de hoje para praticarem abortos nas águas internacionais ao largo de Espanha, explicou no seu sítio Internet Women on Waves, que defende o direito das mulheres a interromper a gravidez.
Como o navio tem bandeira holandesa, os abortos lá praticados fazem-se ao abrigo da lei holandesa, mais liberal do que a legislação espanhola na matéria.
Uma centena de militantes da associação anti-aborto espanhola Provida protestou quinta-feira à noite contra a chegada do navio, aos gritos de “Assassinos” e “Não ao aborto”, segundo os medias.
Para evitar incidentes, a polícia impôs um cordão de segurança entre estes militantes e as várias centenas de activistas pró-aborto, acrescentaram os medias.
A actriz Pilar Bardem, mãe de Javier Bardem, que venceu este ano o Oscar para melhor actor secundário, pronunciou um discurso a favor do direito ao aborto, apelando para o “respeito” das mulheres que tomaram a decisão “muito difícil” de pôr fim a uma gravidez.
Antes da chegada do navio de Woman on Waves, a presidente conservadora da Câmara de Valência, Rita Barbera, qualificou a sua vinda de “provocação que suscita a indignação.
Pessoalmente, estou contra este barco”, disse.
Em Espanha, a interrupção voluntária da gravidez está despenalizada desde 1985 mas apenas em caso de violação (aborto num prazo máximo de 12 semanas de gravidez), de malformação do feto (22 semanas) e quando há “perigo para a saúde física ou psíquica da mãe (sem limitação de tempo).
O barco Women on Waves já esteve ao largo da Irlanda em 2001, da Polónia em 2003 e de Portugal em 2004, país que despenalizou o aborto em 2007.
Fonte: Sapo
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Olha, isso é sério. E ainda tem um vídeo a respeito da mesma denúncia. Se bem q o site não dá o vídeo como uma denúncia, mas como notícia normal. Nada estranho se você lembrar que o IG hospeda blogs e sites notoriamente esquerdistas.
Temos que denunciar isso. Não podemos ver isso calados.